Vinho verde: a nova sensação da vinicultura

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Você já ouviu falar do vinho verde? A nova sensação da vinicultura está se tornando muito popular no Brasil. Famoso na década de 1970, voltou a compor a lista dos amantes de vinho.

A valorização deste tipo de vinho se deve principalmente à importância para a história e cultura portuguesa. Em 1908, foi estabelecida uma área chamada como Região Demarcada dos Vinhos Verdes, que é compreendida pelo lado noroeste português e se estende entre as margens do Rio Minho até o Rio Douro.

Apesar do que o próprio nome sugere, o vinho verde costuma apresentar cor branca, mas também pode variar entre rosé, tinto e até espumante. O termo vinho verde surgiu para remeter às características naturais da região que o produz, verdejante. Porém, também está relacionado ao aroma, frescor e baixo teor alcoólico que o vinho apresenta, fazendo alusão entre juventude e leveza.

Potencial Gastronômico

O vinho verde possui elevado potencial gastronômico e combina especialmente com pratos leves, como frutos do mar e legumes. Porém, também é adaptável a pratos pesados, como carne de porco, perfeito para os momentos de descontração e harmonia. Possui aromatização de frutas e toque cítrico, além de paladar leve e frutado.

Para o processo de produção do vinho verde, a colheita das uvas tem que ser realizada no período perfeito. Isso significa que o nível de açúcares, taninos e ácidos devem estar equilibrados, e o solo interfere diretamente no sabor. Os principais tipos de uvas utilizadas são Trajadura, Arinto, Loureiro e Alvarinho, considerada como a mais nobre da região.

Outra curiosidade é que o vinho verde tem fácil produção e alta quantidade de uvas por pé. Fator que facilita para que o preço seja acessível e mais baixos que muitos outros vinhos. Pode ser encontrado com facilidade no Brasil, desde prateleiras de supermercados até em casas de vinho.

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Redação Anália

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