Os melhores álbuns de 2018 na música

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Uma palavra talvez resuma o que foi o ano de 2018 para a música: empoderamento. Entre os trabalhos de mais destaque neste ano, dentro e fora do Brasil, encontramos artistas com mensagens contundentes e estéticas que misturam a ancestralidade com a urbanicidade.

São muitos os discos que chamaram atenção ao longo do ano, mas destacamos quatro que, sem dúvida, entrarão para a história da música. Confira!

Everything is Love, de Beyoncé e Jay-Z

(Parkwood/Columbia/S.C/Roc Nation)

É surpreendente que o casal mais rico e pop do show business tenha lançado um álbum juntos apenas em 2018. Beyoncé e Jay-Z encerram, juntos, o que parece ter se formado como uma trilogia. Ela lançou, em 2016, Lemonade – que levantou a suspeita de que seu marido havia a traído. Ele, em 2017, chegou com 4:44 – em que pede desculpas a sua esposa. Entre os destaques, está a faixa Apeshit, que celebra o sucesso do casal e de sua representatividade.

Deus é mulher, de Elza Soares 

(Deck Disk)

É surpreendente que o casal mais rico e pop do show business tenha lançado um álbum juntos apenas em 2018. Beyoncé e Jay-Z encerram, juntos, o que parece ter se formado como uma trilogia. Ela lançou, em 2016, Lemonade – que levantou a suspeita de que seu marido havia a traído. Ele, em 2017, chegou com 4:44 – em que pede desculpas a sua esposa. Entre os destaques, está a faixa Apeshit, que celebra o sucesso do casal e de sua representatividade.

Dirty Computer, de Janelle Monáe

(Wondaland/Bad Boy/Atlantic)

Janelle Monáe explora desde 2007, com o álbum Metropolis: Suite I (The Chase), a persona robótica Cindi Mayweather. Em seu terceiro trabalho de estúdio, Monáe retorna à personagem para fazer um mergulho reflexivo em sua própria carreira e vida pessoal. Também é o primeiro registro autoral da cantora após um período de dedicação ao cinema, tendo estrelado em Moonlight: sobre a luz do luar (2016) e Estrela Além do Tempo (2016). Dentre os temas do álbum, está a exploração de Monáe de sua própria sexualidade – recentemente, a cantora se identificou como pansexual.

Janelle ainda inovou na produção audiovisual do disco. Todo ele foi lançado junto a um filme, uma espécie de videoclipe gigante de mais de 40 minutos.

Dirty Computer, de Janelle Monáe

(Wondaland/Bad Boy/Atlantic)

O rap nacional continua vivendo uma frutífera fase, trazendo a cada ano revelações promissoras. É o caso de Drik Barbosa, estreante com seu primeiro álbum completo de inéditas e feito em estúdio. Todavia, não é possível chamá-la de “novata”. Drika tem formado um repertório autoral e colecionado composições bem-sucedidas desde os anos 1990. Espelho catalisa as experiências da rapper. Um projeto íntimo, de essência particular e reflexiva. Entre os temas, Drika reafirma positivamente sua identidade enquanto mulher e negra em faixas como Camélias e Melanina, esta última com participação de Rincon Sapiência.

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Sobre o autor

Redação Anália

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