O Dia Internacional da Mulher foi oficialmente decretado em 1975 pela ONU, mas ele não se baseia apenas em rosas vermelhas e mensagens animadas em grupos da família no Whatsapp. Por trás dessa data, existe uma longa história de importantes conquistas das mulheres. Algumas até podem te deixar boquiaberta: como assim demorou tanto tempo para termos esses direitos?!

Mais do que parabéns a nós, mulheres, queremos relembrar algumas dessas conquistas importantes para que nos sintamos super orgulhosas de sermos quem somos e de termos conseguido o sucesso que alcançamos. Então vamos continuar assim: trabalhando, conquistando espaço e comemorando!

1. Mulheres podem estudar!

Até 1827 mulheres não podiam frequentar o ensino primário pelo simples fato de serem… adivinhem? Mulheres! Além disso, o ensino superior só foi permitido apenas 52 anos depois, em 1879.

2. Mulheres podem participar da política!

O primeiro país no mundo a conquistar o voto feminino foi a Nova Zelândia em 1893. Tudo isso graças ao movimento liderado por Kate Sheppard, a maior liderança do movimento pelo sufrágio feminino no país.

3. Brasileiras conquistaram o voto no país!

O direito parcial ao voto feminino no Brasil foi conquistado em 1932, durante o governo de Getúlio Vargas. Porém, apenas mulheres casadas poderiam votar, ainda assim, somente com a autorização de seus maridos, você acredita? Além disso tudo, mulheres viúvas e solteiras só votavam caso tivessem renda própria. Somente em 1934 que as restrições para mulheres foram completamente eliminadas.

4. A ONU reconhece a igualdade entre mulheres e homens!

Antes tarde do que nunca! Em 1945, a Carta das Nações Unidas reconhece por meio de  um documento internacional, a igualdade de direitos entre homens e mulheres. Antes disso, mulheres eram oficialmente consideradas “seres inferiores”, portanto teriam menos direitos que os homens.

5. Mulheres podem trabalhar sem a autorização do marido!

E não faz tanto tempo assim. Foi apenas em 1962 que o Estatuto da Mulher Casada (Lei n. 4121) foi criado, garantindo a liberdade para que mulheres pudessem trabalhar, receber heranças ou então, em caso de separação, pedir a guarda dos filhos. Não é nenhuma brincadeira ou piada! Antes disso o Código Civil de 1916 considerava mulheres como incapazes de realizar certas atividades.

6. Direitos das mulheres e questões de violência contra o gênero ganham destaque!

A Conferência Mundial de Direitos Humanos em Viena aconteceu em 1993 e pela primeira vez os direitos das mulheres e a questão da violência contra o gênero ganharam destaque. Em 2006 a lei Maria da Penha (foto) foi sancionada e com isso, as punições contra agressões se tornaram mais rigorosas.

Com o passar dos anos diversos direitos foram conquistados por meio da coragem das mulheres. Embora ainda exista muito trabalho pela frente, notamos que muito já foi feito e tudo isso é motivo de orgulho!

Feliz Dia da Mulher!

1 COMENTÁRIO

  1. E esses pilantras não cansam de confundir Estado com governo. O atual surfa na maré do anterior ( por quanto tempo?). Acho mais fácil o cara que escreve ter votado no Temer do que qqer pato. Portugal, o socialista, é o queridinho da vez. (Se tiverem estômago) A FUGA DOS PATOS “Aqui em Lisboa chegam todos os dias brasileiros da dita “classe média que decidiram emigrar. São antigos apoiantes de Temer, ou de Aécio Neves, mas agora já não querem viver no Brasil. Procuram um posto de trabalho na Europa. Converso muito com eles no café perto da Loja do Cidadão onde tratam os papéis burocráticos. Vivem uma crise de consciência pequeno-burguesa. Ainda se colocam em bicos de pés, orgulhosos de serem jovens da “classe média com um curso superior. Mas já não querem viver no Brasil atual. Incapazes de observarem como positivas as medidas sociais do tempo de Lula, vem viver em um país governado pelo Partido Socialista, um partido irmão do PT na Internacional Socialista. Em Portugal o governo do PS é apoiado no Parlamento pelo Partido Comunista, Verdes e o Bloco de Esquerda . Ficam chocados, e não entendem. Para mim é interessante notar a profunda crise de consciência da pequena burguesia brasileira. Muito nacionalista, muito brasileira, mas que depois foge para Portugal em busca de mais comodidade. JOSÉ JOÃO LOURO

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